" Suave brisa a qual vem me tocar, desperte-me do sonho, aconchegue, demonstre, contagie o presente que atravessamos. Jogue as folhas de um lado para o outro, recolha os sorrisos que enfeitam o jardim, regue as borboletas que plantadas estão sobre as pétalas da graminha que voa e junte com as ondas de areia que rodeiam os grãos do oceano. Oh quão sublime é o arco íris composto do preto e branco derramado em cinzas que ilumina a chuva. Nuvens de estrelas escondem a galáxia da Terra e os seus habitantes, cometas aterrizam sobre as torres por cima das árvores e as mesmas deixam cair, como meteoro, os seus frutos precoces que não iam avante. As luzes se apagam então acende-se um clarão no túnel da vida. As portas se abrem, janelas se fecham, o teto pousa, o chão voa e o brilho dos olhos procedem de um vindouro sorriso. Porque viver é a arte de ser feliz."
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